Escritores, artistas, filósofos e cientistas já usavam o moleskine há muito tempo para anotar suas ideias, inspirações, descobertas, dúvidas e rascunhos de suas invenções. Eu descobri o caderninho de capa dura (com material impermeável, cantos arredondados, elástico na lateral para fechar e folhas sem pautas) em 2007 quando ganhei um no desfile do Fause Haten, no São Paulo Fashion Week. Adorei tanto que a partir de então tenho sempre um na bolsa para as minhas anotações. Agora mesmo estou usando um de capa vermelha que ganhei da Fórum. Além de ser charmoso, é prático e estiloso. Em Salvador, é possível encontrar alguns modelos na Saraiva, mas os originais mesmo da marca Moleskine em vários tamanhos estão na Boutique Jezebel, no Rio Vermelho.
Sabendo da minha paixão pelos caderninhos de capa dura, meu amigo Fabrício Biron (Murrinhagem Máxima) me enviou fotos dos escritórios da marca em Nova York e Barcelona. Olha que bacana! Dá para perceber como a produção é artesanal e imprime conceito ao produto. Muita gente pode achar que é apenas um bloquinho de anotação, né? Mas só quem gosta e usa o moleskine, sabe o que significa ter o seu por perto. É muito estilo!
O notebook é tão requisitado que já apareceu em filmes como Indiana Jones and the Last Crusade, quando o pai do personagem principal, Prof. Henry Jones, fazia suas anotações de pesquisa em um moleskine. Também foi mostrado em cenas de Magnolia e The Talented Mr. Ripley.