• Um modo de usar
  • Latinha ilustrada por Jana Magalhães - especial para @kaolliada
  • Santa Terezinha do Menino Jesus
  • Audrey Hepburn
  • Para afastar maus fluidos: Kokesh da Sorte!
  • Escultura Tom's Drag com pedrinhas strass
  • Tom Drags - escultura com com ouro
  • Maquiagem!
  • Paris!
  • Tatuagem nova!
  • Barbie noiva
  • Barbie noiva!
  • Noiva
  • Noivinha
  • E quando você recebe um presente desse no meio do trabalho? É muito carinho. Obrigada Esdra, obrigada Sarah Scheffel! Quem se apaixonou, pode encontrar a sua na Caminata (Iguatemi e shop. Paralela), não é Fernanda Albuquerque?
  • Quem lembra da Fofolete? Minha infância!
  • Glitter furta-cor Mais Bonita #3anos
  • Mix Mais Bonita #3anos
  • Mix Mais Bonita #3anos
  • Digital
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  • Cândida Specht Atelier
  • Arquivo jornalístico
  • Arrumando minhas reportagens, acabei de encontrar essa foto - lembrança da cobertura de Michael Jackson no Pelourinho
  • Olho grego! É o que temos pra hoje.
  • Música
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  • Fabrizio Giannone
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  • Anel flor com pedra @JULIANAMANZINI / Garimpo Quatro Estações - Lancamento: 03 de abril
  • Anel pérola @JULIANAMANZINI - Garimpo Quatro Estações - Lançamento 03 de abril
  • @JULIANAMANZINI & Garimpo Quatro Estações - Lançamento: 03 de abril
  • Não resisti! É muita paixão!
  • Vem aí um evento e um projeto de moda, que faltava em Salvador. Em breve, contarei mais no www.simplesmenteelegante.com. Aguardem!
  • O Boticário faz aniversário e é a gente que ganha presente! Isso é um carinho. Parabéns, O Boticário! Uma marca sempre querida.
  • Lançamento Caminata
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  • Obra de Bel. Borba - exposição Saveiros da Baía - Centro Cultural Correios

Moda em clima retrô vinda do Recife

19/07/2008 | Categoria: ESTÁ EM ALTA QUERO SABER TUDO DE BOM

Em 2006, no Recife, capital pernambucana, a analista de sistema Gisele Cunha, apaixonada por moda e com uma cabecinha fervilhando de criatividade criou a grife Vintage Felons. A marca é um resgate de tudo o que já fez sucesso vestindo mocinhas elegantérrimas em outras décadas, quando os garotos arrepiavam por aí de lambreta e as garotas nutriam seu romantismo ao som de deliciosas baladinhas.

Esse universo inspira Gisele Cunha, 24 anos, na criação de roupas, acessórios e bolsas. Mesmo não tendo formação acadêmica em moda, a designer prova que bom gosto, talento e criatividade são características essenciais quando se quer trabalhar com moda.

Na entrevista a seguir, você conhece um pouco melhor sobre as idéias e o trabalho de Gisele. Mas não pára por aí. É altamente recomendável visitar os endereços dela na internet e, claro, passar na lojinha virtual para fazer comprinhas.


Simplesmente Elegante – Conta um pouquinho por que a marca tem essa característica do retrô?

Gisele Cunha - Apesar de ter bem os pés na realidade, sempre gostei desse universo antigo. Às vezes, até brinco que nasci na época errada, justo por me identificar bastante com os anos 50, 60, 70, inclusive os anos 80, que deu para vivenciar um pouco. E foi baseado nisso que surgiu a idéia da Vintage Felons, devido à necessidade de ter uma moda para referenciar o antigo, mas com um toque de modernidade para tornar as peças usáveis e sem perder o glamour dessas épocas maravilhosas.

SE – Esse estilo é bem aceito em Pernambuco?
GC - Pernambuco ainda é bastante rotulado por ícones regionais e tradicionais da cultura desta região, o que tem sua beleza, mas não é a proposta da nossa marca. Porém, aqui também temos uma grande cena alternativa e por isso sempre que possível, estamos divulgando/expondo a Vintage Felons em eventos culturais nesse estilo. Já que ainda existe um certo receio das pessoas por aqui, para realizar compras online.

Rockabilly long short

SE – Por falar nisso, como está o mercado de moda em Pernambuco? Tem surgido muitos estilistas? Vocês têm uma produção grande de moda?

GC - Acredito que esse mercado de moda esteja crescendo bastante e, em Pernambuco, não é muito diferente, principalmente em pólos no interior daqui. Muitas lojas também das capitais estão passando a investir nesse mercado, dando oportunidade aos estilistas para exporem seus trabalhos. Nossa produção não é muito grande, algo em torno de 20 a 30 peças por modelo em roupas, esse número cresce significativamente apenas em relação aos acessórios. O que tem seu lado positivo, visto que, trabalhamos com peças limitadas e isso provê exclusividade aos nossos clientes.

SE – Como você alimenta a inspiração para criar suas roupas e acessórios?

GC - Costumo referenciar ao antigo, mas sempre de olho nas tendências para fazer um mix das duas coisas. E isso inclui tudo ao meu redor, desde lugares, música, cultura, pessoas. Gosto também de sempre ter em mente um tema para conseguir definir melhor a proposta da coleção, isso me auxilia muito.

SE – Como as vendas são pelo site, como é a distribuição do seu produto?

GC - O bacana do e-commerce é o fato de possibilitar atingir vários públicos. Enviamos encomendas para qualquer região através dos Correios, seja do território nacional ou internacional também.

Acessórios: fun jewels

SE – Quais são os estados compradores?

GC - Graças a esses mais de dois anos com a marca, já conseguimos alcançar cada cantinho do Brasil. Porém, nossos maiores compradores são do Sudeste, foco em São Paulo e Rio de Janeiro. Temos muitos clientes também na Região Sul, como: SC, RS, PR, e no Nordeste também. No mercado internacional, conseguimos atingir Portugal, Grécia e Itália.

SE – Você produz tudo sozinha ou conta com a ajuda de uma equipe?

GC – Toda a idealização das peças são feitas unicamente por mim e apesar de não executar muitas delas, acompanho todas bem de perto. No caso, estão envolvidos nisso, o trabalho de: modelagem, corte, costura, silkagem. Sou a única responsável por fazer as coisas acontecerem na marca, mas recebo ajuda de pessoas próximas para despachar as entregas, responder aos e-mails ou fazer atualizações no site, por exemplo.

SE – A Vintage Felons também produz para homens?

GC - Nosso público e foco são mais em moda feminina, apesar de que, às vezes, fazemos algumas peças masculinas para algumas coleções. Talvez futuramente, essa demanda aumente.

Visite os endereços on line do Vintage Felons:

http://www.flickr.com/photos/vintagefelons

http://www.vintagefelons.com

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ENTREVISTA: Janaína Machado – design de bolsas

07/07/2008 | Categoria: QUERO SABER

Ela é mineira, formada em História e desde sempre apaixonada por bolsas, como toda mulher. A designer Janaína Machado descobriu o Simplesmente Elegante e mandou o link do site dela (www.janainamachado.com), conheci e adorei o trabalho, vendido pela internet basicamente, e, claro, não poderia guardar essa boa surpresa só para mim. Então, além de ver as bolsas que Janaina produz, aqui você pode conhecer um pouco da história dessa mineirinha talentosa. Depois é só passar lá no site da estilista, escolher seu modelo e sair desfilando toda bonita por aí com uma de suas lindas bolsas.

Simplesmente Elegante – Como surgiu essa paixão por bolsas, já que sua formação é História?

Janaina Machado - Assim como a maioria das mulheres sou uma consumidora voraz de bolsas! Sempre gostei dos modelos molengas, porque passei muito tempo da minha vida estudando e lecionando e precisava de bolsas bem práticas. Também tem a ver com meu jeito de ser, sou muito básica no dia-a-dia, gosto de acessórios poderosos apenas à noite. Mas, não sou colecionadora, quando enjôo, acabo doando e renovando com outras peças. A atividade de confeccioná-las nada tem a ver com a minha formação acadêmica diretamente. Mas, quando reflito sobre o quanto gosto de pesquisar, admiro arte e interesso-me pela “origem das coisas” vejo que meus interesses convergem para apreciação da arte e do artesanato, que exige curiosidade, criatividade e sensibilidade, habilidades também exigidas a um historiador. Por outro lado, acho que o ser humano é riquíssimo em termos de capacidade para desenvolver várias atividades, digo, às vezes, que gostaria de viver uns 200 anos para fazer todos os cursos de meu interesse e experimentar um pouco mais do que a vida nos oferece.m, entostei dos modelos molengas, porque passei muito tempo da minha vida estudando e lecionando tamb

SE – Quais são suas inspirações para os desenhos e modelos? Tem muita pesquisa ou é só intuição feminina?

JM – Assino revistas, compro livros, vasculho a internet, devoro vitrines e catálogos de moda. Mas, na hora de criar as peças meu lado “menina romântica” ainda fala mais alto e acho que hoje meu trabalho tem a cara da juventude. Descubro diariamente o quanto gosto de estampas coloridas e, às vezes, até com temas infantis. Acredito que por este motivo, tive uma peça publicada na Revista Atrevida deste mês, voltada para um público bem jovem. Mas, meu sonho mesmo é criar minhas próprias estampas, no caso digitais, sei que existe um caminho árduo para isto, os custos são altos e muitas marcas famosas acabam desenvolvendo suas estampas fora do país, pela disponibilidade e maior viabilidade. Admiro muito as criações dos vestidos de Adriana Barra, por causa da mistura de cores e estampas fabulosas, das criações do estilista mineiro Ronaldo Fraga, suas peças são muito ousadas e as estampas muito próximas das que gostaria de criar, e da marca Farm que usa e abusa da criatividade na escolha de estampas bem joviais e coloridas. Fiz um curso de estamparia artesanal com um professor estilista maravilhoso, o Paulo André, aqui em Belo Horizonte, e tive contato com uma infinidade de estampas que podem ser criadas artesanalmente. É impossível ser repetitivo nesta arte, mas, ainda estou em fase de testes, e o trabalho exige espaço para as criações, além de muito erro e acerto até se chegar ao que quer. O curso de modelagem de Bolsas, concluído no ano passado, também me ajudou muito porque conheci pessoas que trabalham com a confecção de bolsas há anos, e passei a me sentir mais segura para modelar peças. E não posso deixar de falar das clientes que também contribuem para que peças novas apareçam, pois, elas geralmente sugerem cores e temas, assim como os modelos que desejam. No entanto, pretendo estudar mais sobre criação de moda e de coleção e começar a criar as peças agregando este tipo de informação, e claro, manter a criatividade e a sensibilidade sempre.

Bolsa Alternative Cats

SE – Suas bolsas têm estampas lindas. Como é sua pesquisa?

JM – Como já adiantei tenho uma queda por temas românticos e infantis, gosto de cores, e passo dias selecionando estampas até comprá-las. Tornei-me compulsiva por tecidos e estou sempre procurando novas lojas. A criação da peça tem muito a ver com a estampa, daí é preciso ter sensibilidade, nem tudo vai bem com uma determinada estampa. No meu estoque tem estampas adquiridas há mais de um ano! Mas, só faço a peça quando tenho vontade e acho que chegou a hora dela nascer. Também tenho convivido com outro problema, a dificuldade de encontrar costureiras, isto tem feito meu estoque de estampas aumentar, pois, não consigo suprir a demanda de encomendas e muitas criações/projetos estão há meses no papel.

SE – Qual o perfil de mulher que usa seus modelos?

JM – São, na maioria, estudantes universitárias. É incrível como consigo identificar este perfil na maioria das clientes. Como minhas vendas são 95% pela internet, atendo virtualmente os pedidos, conversamos e elas acabam contando o que fazem e pra que precisam da bolsa. Já vendi para estudantes de Jornalismo, Arqueologia, Direito, História, e outros, o interessante é que são pessoas ligadas a cursos e profissões voltados para as ciências humanas. Sem sombra de dúvida, são mulheres capazes de admirar o artesanato. Infelizmente, acho que no nosso país falta uma valorização maior do que é feito manualmente. O meu estado, Minas Gerais, é riquíssimo em artesanato feito com os materiais mais incríveis que se possa imaginar, mas, acho que o mineiro acaba ainda não dando muito valor. Penso até que este seria um bom tema para pesquisa! Ainda sobre as clientes, elas compram de diversos estados do país, já vendi para pessoas do Amapá ao Rio Grande do Sul.

Bolsa de mão Red Music

SE – Como é sua produção? Você faz tudo sozinha ou tem pessoas que te ajudam na confecção das peças?

JM - Estou cheia de planos e expectativas porque não dá mais para produzir sozinha. Já tive esporadicamente ajuda de costureiras. No fim do ano foi inevitável. Mas, não encontrei ainda costureiras que pudessem me ajudar regularmente. Ainda divido minha produção com atividades extras como a realização de cursos, estou sempre pensando no seguinte antes de terminar o anterior. Já fiz os cursos já mencionados de estamparia e modelagem de bolsas, e ainda de pintura e patchwork, e estou cogitando seriamente ingressar na Escola de Estilismo da Universidade Federal de Minas, para isto preciso me preparar com um curso de desenho de Moda.

SE – Além do site, as pessoas podem comprar suas peças em outros lugares? Onde?

JM - Tenho um ateliê em minha casa, aliás, mudei recentemente porque precisava de mais espaço. Aqui recebo especialmente amigos que desejam comprar, mas ainda não tenho um espaço para receber clientes. Já fiz entregas pessoalmente aqui na minha cidade, mas, as vendas são em pesos virtuais. Também moro em Belo Horizonte há pouco tempo e minha rede de contatos está crescendo agora. Há clientes que já fizeram várias compras, sempre escolhendo itens novos e recebendo pelos correios. Essa resposta é positiva e me anima já que elas vêem o produto apenas quando ele chega! Mais recentemente, duas lojas, uma em Teresina e outra em Curitiba, estão revendendo algumas das minhas peças.

Estojo Acqua

SE – Como designer, o que você acha que uma bolsa tem que ter para apaixonar uma mulher?

JM – Detalhes diferenciados como um pingente, um enfeite como uma flor ou um tag, uma fita ou um laço, a própria textura do material e sua proposta. A mulher é sensível por natureza, e detalhista também, então ela procura por uma estampa e um modelo que lhe sejam familiares, mas, também por um detalhe que a cative.

SE – A bolsa é o mundo de toda mulher. Cada uma carrega tudo o que mais estima dentro dela, e você? O que vai dentro da sua bolsa?

JM - Em cada uma das que tenho há realmente um mundo de coisas, e sempre me atrapalho com isso! Eu guardo muito papel, mania de quando ainda era criança. Este hábito vem me acompanhando e explica um pouco porque gosto de papéis antigos! (rs). Mas, é claro que estou sempre fazendo aquela “faxina” de dentro delas. Tenho três agendas e vários blocos de anotações e um monte de papelzinho com anotações de telefones, endereços, etc, tudo espalhado por várias bolsas! Mas, tem sempre uma nécessaire com gloss e um rímel, um livro ou uma revista, porque estou sempre lendo em filas e onde mais tenha que esperar.

Bolsa Berry

SE – Em termos de tendências e bolsas, o que está em alta para esse inverno e o que vai ser o forte para o verão?

JM - Nosso inverno está cada vez mais alegre e isto é ótimo! Além disto, os lenços, laços e flores estão presentes nas roupas que enfeitam também as bolsas. Detalhes metálicos e tamanhos fartos, além de verniz e tricô ainda circulam nesta estação. No entanto, li recentemente que para o verão as maxi-bolsas vão sair de cena, e as bolsas médias vão ter mais espaço entre as mulheres. Particularmente, acato essa tendência porque não sou muito adepta de bolsas enormes. Uma outra tendência são as carteiras, com várias texturas e, de preferência, as maiores. Também adoro a idéia porque as considero um acessório poderoso e muito feminino.

Bolsa Chess Cherry

Bolsa de mão Models

Carteira Back Retrô com fecho em ouro velho

Veja muitos outros modelos de bolsas com os respectivos preços no site www.janainamachado.com . Lá também tem objetivos de decoração e outros objetos de desejo.

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Com a palavra: Gisele Bündchen

23/06/2008 | Categoria: QUERO SABER

Antes de pisar na passarela da Colcci, a top Gisele Bündchen era aguardada na sala 3 do prédio da Bienal, onde acontecem os desfiles, por uma legião de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas. Teve credenciamento prévio com direito a pulseirinha de plástico para identificação, teve fila para entrar, teve a turma do programa CQC na porta enchendo o saco de todo mundo, teve também muito atraso e não faltaram problemas técnicos com o áudio do microfone.

O esquema de segurança foi forte, com divisórias de grades entre a imprensa e a estrela. Os avisos foram claros: não pode pergunta editorial; não podem perguntas duplas; não podem perguntas sobre vida pessoal; não podem tirar fotos durante a entrevista (com ameaça de ser expulso da sala). Depois de tudo isso, enfim, a aguardada Gisele Bündchen chegou acompanhada de Jéssica Lengvel, diretora criativa da Colcci. Sem aplausos, sem frisson da platéia imprensa. Estava formado o cenário de uma coletiva fria, que deveria se esgotar em 20 minutos. Respostas vazias para perguntas bobinhas.

Os pontos positivos foram: o esforço da top para quebrar o gelo e colocar um pouco de graça ao momento, em vão. O outro ponto de descontração foi promovido justamente pelo repórter Rafael, do CGC, que lançou a pergunta básica: “Você namorou o Di Caprio, o Kelly Slater e agora está namorando um outro cara bacana. O que a senhorita tem contra os homens brasileiros?”. A top riu da pergunta e disse simplesmente: “Não tenho nada contra o homem brasileiro. Ele é ótimo”.

Alguns trechos da coletiva:

SPFW

“Comecei no São Paulo Fashion Week fazendo Glória Coelho e Reinaldo Lourenço. Os dois são super bons estilistas”

Planos para o futuro

“A vida é maravilhosa. Não sei o que esperar para daqui a cinco anos, como há cinco anos atrás, não sabia que viveria isso hoje. Quero estar saudável e aberta para aprender”

Meio ambiente/ Saída da Ministra Marina Silva da pasta

“Ouvi falar nisso por cima. Acho que deveriam ter mais pessoas como ela. Que pena que ela saiu”

Colcci

“Não posso falar sobre o contrato, até quando vai, não posso”

Economia brasileira

“Invisto meu dinheiro sim no Brasil. Escuto muito mais coisas positivas lá fora sobre o Brasil, a economia está crescendo”

Cultura fashion

“Acho que a cultura fashion muda de pessoa para pessoa”

Passarela X Campanhas

“Comecei na passarela e é a passarela que me dá aquele friozinho na barriga. Parei de fazer o circuito em 2001 e não desfilo tanto porque isso foi uma fase da carreira. É assim, você começa e depois faz isso menos”.

Moda brasileira

“A moda brasileira está superbem. Estou vendo como está crescendo e as pessoas lá fora estão esperando o que vem do Brasil. Hoje os brasileiros mostram coleções em Nova Iorque. Tenho um superorgulho disso”.

Vendas Colcci

“Se a roupa não fosse boa, eu não teria como ajudar uma marca sem qualidade. A roupa é boa, é jovem”

* Visite o site da top: www.giselebundchen.com.br

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