Coisinhas boas de 2009

29.12.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (2)
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Beck, nossa fashionista preferida em 2009. Será que ainda falta alguma coisa na listinha dela?

Trabalhando com moda, vemos, lemos, assistimos, experimentamos, ganhamos, compramos muitas coisas bacanas ao longo do ano. Aqui uma listinha das minhas preferências de 2009. Talvez tenha esquecido de algo, mas no resumão do ano, os inesquecíveis estão aqui. Para finalizar, tem a listinha do que ainda está faltando para fechar o ano!

Filme de moda: Os Delírios de Consumo de Beck Bloom;

Livro de moda: Design de Moda – Olhares Diversos, de Dorothéia Baduy Pires;

Coberturas: São Paulo Fashion Week e Barra Fashion 2009;

Melhor Desfile: Ronaldo Fraga, Osklen (SPFW) e Vivire Verão 2010 ( Barra Fashion);

Boas pecinhas adquiridas: Melissa Campana, pashima Garimpo Quatro Estações, colar de lacinho 2nd Floor, Rayban, bermuda boyfriend jeans Maria Filó;

Realizações fashion: Cobertura São Paulo Fashion Week/ edição Inverno, Pós-graduação Moda, Artes e Contemporaneidade, Encontrinho de blogs, Parceria com a Garimpo Quatro Estações;

Gostei demais: Moleskine da Farm, necessarie de bolinhas coloridas Intuitif, carteira roxa Confraria, necessarie rosa neon Espaço Fashion

Ainda quero: Conjunto de pincéis M.A.C, minibag em matelassê pink da Maria Filó, Melissa Navy, bolsinha de palha com alça de couro Vivire, brinco de pérolas, moleskine para 2010!


Design e elegância de Jorge Bischoff

05.12.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Jorge Bischoff - Sandália Linho com Verniz Pimenta

Já sabe o que vai pedir de presente de Natal? Ainda não? Então, veja as novidades que a marca gaúcha Jeorge Bischoff leva para suas vitrines! Sapatos lindíssimos, bolsas e acessórios encantam às mulheres que chegam para conhecer a loja da grife instalada no Salvador Shopping.O design das peças é incontestável e o estilo ousado com a mistura de materiais, cores texturas, pedrarias e metais personalizados.

Jorge Bischoff - Bolsa floter off-white com preto


Carol Fontaneti mostra coleção H.Stern

30.11.09 | VEJA ISSO | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Galilei

Para apresentar a campanha da nova coleção inspirada nas descobertas do cientista e astrônomo Galileo Galilei, há 400 anos, a H.Stern elegeu a modelo Carol Fontaneti. A bela representa a beleza natural da mulher, exibindo jóias em formatos de círculos, esferas facetadas de outo amarelo, além de estrelas de outo nobre e diamantes. A coleção traz anéis, pingentes, brincos e pulseiras. Do casting da Way Model Management, Carol atualmente está na campanha do Shopping Iguatemi de São Paulo e também no catálogo da marca francesa Hermés.


Fabrizio Giannone presenteia clientes Audi

29.11.09 | TUDO DE BOM | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Após inaugurar, no Shopping Barra, a segunda loja da marca Fabrizio Giannone aqui em Salvador, a franqueada Tâmara Braga Portela fechou uma parceria de luxo com a Sanave e a Audi. Quem adquirir um dos carros da Audi na concessionária, o cliente desfila de carro bacana e ganha uma carteira em couro com detalhes em ouro, que pode ser usada como porta-documentos. Assinada pelo designer italiano Fabrizio Giannone, que esteve na cidade recentemente, o mimo integra a nova coleção da grife, Amazônia. Os ítens da linha são confeccionados com materiais naturais extraídos da floresta amazônica e também utilizam muitas referências das criações artesanais das comunidades indígenas daquela região.


Luxo acessível na Fabrizio Giannone

01.07.09 | TUDO DE BOM | Por: Márcia Luz | Comentários: (2)
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Design italiano, pedras brasileiras, cores e elegância. Tudo isso está reunido nas peças do designer Fabrizio Giannone. Para quem admira a arte desta marca, uma boa notícia: começou hoje e vai durar todo o mês de julho, uma promoção especial na loja do Salvador Shopping, que garante descontos generosos: 50% para as semi-jóias e 30% para bolsas e cintos, com pagamento em até seis vezes no cartão. Está aí uma boa chance de investir em preciosidades, sobretudo, nas peças confeccionadas com a pedra Drusa. As bolsas e carteiras, de fato, um capítulo à parte nas vitrines da loja. Além da promoção, as mulheres de bom gosto que visitarem a Fabrizio Giannone também poderão ver de pertinho as novidades da nova coleção que já estão chegando às prateleiras. Recomendo, porque vale apena.

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Pedras coloridas

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Bolsa em couro de avestruz

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Estampa de oncinha, sempre bem-vinda

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Para brilhar na noite

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Carteira em pithon

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Chaveiros dourados com textura de onça

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Colar

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Pulseiras coloridas e …

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… braceletes levantam qualquer look basiquinho!


Para uma reflexão sobre design de moda

02.06.09 | VEJA ISSO | Por: Márcia Luz | Comentários: (2)
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Rosane Preciosa prestigia o lançamento do livro organizado por Dorotéia Pires

Queridos, eu hoje trago para vocês, principalmente para quem tem o interesse no assunto design de moda, uma dica de leitura: o livro Design de Moda – Ohares Diversos, que foi lançado na última sexta, dia 29, no campus Unifacs Paralela, pela professora Dorotéia Baduy Pires.

A publicação traz uma reflexão sobre a moda pensada sob o design e pontua a diferença entre estilismo e design. Na apresentação, Itiro IIda fala sobre a recente evolução da moda, aplicando a metodologia do design e tendo como resultado produtos cada vez mais desejados e consumidos em todos os países.

Com a organização da professora Dorotéia Pires -  chefe do Departamento de Design da Universidade Estadual de Londrina, que dedica seus estudos, pesquisas e publicações ao design de moda e também coordena o Projeto Milano: cultura, design e criação de moda – Itália e França -,  a obra reúne artigos assinados por 28 estudiosos e acadêmicos ligados ao setor da moda.

Assim, entre os temas estão tópicos como A moda entre a arte e o design; Design de moda: abordagens conceituais e metodológicas; O impacto da globalização e do multiculturalismo no design de moda; O design vivo, Design do corpo, design da roupa: uma análise semiótica e muitos outros.

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Dorotéia autografa a publicação na Unifacs

Uma das autoras dos artigos é a professora Márcia Maria Couto Mello, coordenadora da pós-graduação Moda, Arte e Contemporaneidade da Unifacs, que escreve sobre Design, moda, arquitetura e urbanismo: uma geometria transversal. Outra convidada é Rosane Preciosa, autora do livro Produção Estética: notas sobre roupas, sujeitos e modos de vida (ed. Anhembi) e pesquisadora e professora do programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Design, bem como dos cursos de graduação em moda e pós-graduação Lato Sensu em Design da Universidade Anhembi Morumbi. Ela, que também fez parte de um encontro promovido pela Unifacs para apresentar o livro, falou sobre o design na moda, frisando que esta questão sempre esteve no seu interesse.

“Sempre gostei da deformação dos modelos na costura. Comecei a pensar nisso e hoje meu interesse é o uso de elementos ‘não apropriados’ à moda na moda”.  Ou seja, ela despertou para a funcionalidade das coisas e aprendeu isso com seus próprios equívocos. “Eu comprava um pano armado querendo fazer uma peça com caimento”, relembra. O resultado foi enxergar que neste desvio de função dos tecidos havia ali o sinal de uma narrativa e a roupa é justamente isso.  Uma narrativa! Compreendendo isso, Rosane, que também admira o lúdico viu que este também era um caminho para se fugir dos limites de “tendências” que ditam a moda padronizada e repetida.


Entrevista: André Robic – IBModa

31.05.09 | QUERO SABER.. | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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O diretor executivo do IBModa (Instituto Brasileiro de Moda) , André Robic, esteve em Salvador, na semana passada, acompanhando as aulas do Projeto Estruturante de Moda e Design Competitivo, que reúne 80 empresas e 30 desginers com o objetivo de promover a capacitação empresarial e em design e assim fazer deslanchar o setor de confecção local. Na entrevista a seguir, Robic fala sobre o projeto e dá suas opiniões sobre o mercado de moda local. Acompanhe!

Simplesmente Elegante – A proposta do Projeto Estruturante, que o IBModa traz para Salvador é de informação e multiplicação de conhecimento para o mercado da moda?
André Robic –
Exato. Este projeto é a primeira vez que está sendo realizado no Brasil. Não é um projeto que nasceu do IBMOda é uma metodologia mundialmente empregada. Quando você tem uma área com uma vocação desenvolvida, mas ainda não atingiu escala comercial, você entra com o projeto para tentar modificar a situação dessa área. Foi identificiado em Salvador e em Feira de Santana, que já tinham APLs (Sebrae), que faltava designers para que as empresas pudessem evoluir bastante. A partir dessa identificação, houve uma concorrência internacional e o IBModa venceu. Recebemos o projeto pronto e fizemos algumas adaptações. Basicamente consiste, na primeira fase, em capacitação. Foram selecionadas 80 empresas do APL e 30 designers de moda. A ideia é que essas empresas recebam capacitação em gestão empresarial, e os designers, em gestão do design. Vamos partir para a segunda fase, na qual os designers prestarão consultoria para as empresas.Tem todo um treinamento e pela primeira vez vamos fazer um curso com capacitação em consultoria de moda, que envolve a parte de mercado e de design. Com isso, espera-se desenvolver as empresas e, ao mesmo tempo, pessoas para prestarem essa consultoria por conta própria no futuro. Isso vai dar um impulso forte no setor de confecção baiano. Teremos pessoas mais capacitadas para capacitar melhor as empresas.

SE – Quanto tempo leva essa capacitação?
AR -
Mais ou menos um ano. Começamos em outubro do ano passado e vamos até setembro deste ano, inclusive com a consultoria, que acontece junto com as disciplinas, pois cada disciplina é uma fase da consultoria.Num terceiro momento, vai ter um evento e as empresas que se sobressaírem no projeto participarão.

SE – Por que Salvador foi a primeira cidade escolhida para realizar o projeto?
AR -
Não é que nós escolhemos Salvador, mas há um APL forte em Salvador, que se mobilizou e procurou caminhos para isso ocorrer, a partir da necessidade do próprio mercado. Aconteceu porque houve uma demanda e um caminho via governo, além de parcerias.Isso aqui está gerando uma série de ‘filhotes’ e um deles é o conhecimento neste tipo de projeto. Junto com isso estamos fazendo um estudo de caso, sobre o que foi bom, o que foi ruim, onde poderia ser melhorado. É um projeto governamental,
baseado no Ministério da Ciência e Tecnologia, e o IBModa sempre teve restrição por trabalhar fora dos nossos públicos e, neste caso, como é um projeto muito interessante para nós, resolvemos aceitar e foi uma surpresa muito grande pelo empenho de toda a equipe.

SE – Além dessa falta de designers, quais outras deficiências foram encontradas no mercado de moda em Salvador?
AR -
Temos bons designers, mas não são numerosos e também eles não encontram em Salvador um meio de cultura para progredir.Apesar de uma cidade grande, o mercado não é tão grande assim para produtos de design, que têm um preço maior, então, é difícil você produzir pouco e vender para um público fashion, porque este público é pequeno. Por outro lado, ainda se tem muitos problemas no fornecimento e ainda há um certo desprestígio do produto baiano. A gente sentiu que, muitas vezes, uma pessoa olha duas roupas com um conceito dirigido ao mesmo público, mas ela valoriza mais o que é do Rio ou de São Paulo.

SE – Você acha que isto está ligado à questão do artesanal?
AR -
Acho que também. Não diria que este é o único motivo. É uma questão cultural, de valorizar o que vem de fora, mas também acho que por ser baiano, o produto não pode ser caricatural. Tem que ter o DNA baiano, mas precisa estar alinhado à moda contemporânea. É um dos pontos que ainda faltam ser afinados. Alguns trabalhos que são tipicamente baianos, como o de Goya Lopes – que remete à cultura afro, onde a Bahia está inserida – têm um conceito. Vejo outra questão delicada: hoje a moda envolve um componente cultural muito forte. Isso significa que para falar de moda baiana, é preciso falar de moda brasileira e para falar de moda brasileira tem que saber quem é, por exemplo, Graciliano Ramos, Erico Veríssimo, Clarice Lispector, Volpi… Ou seja, tem que ter conhecimento das raízes culturais. Essa questão não é só baiana, é brasileira. Tem que saber a diferença entre ser designers e estilistas. Estilista é diferente de designer: o estilista é aquele que traduz um estilo através do produto, e o designer é aquele que sabe ler o passado, enxergar o futuro e projetar aquilo que você não sabia que queria. Dentro disso, no Brasil em geral e na Bahia de forma específica, eu sinto que falta essa raíz cultural. Outro dia, em uma aula, falei em Graciliano Ramos e me perguntaram: ‘ele é estilista de que marca?’.

SE – Mas acredito que aqui na Bahia ainda estamos começando a pensar moda. Você percebe que hoje poucas são as nossas marcas com uma identidade forte. Não temos, por exemplo, representantes da Bahia em eventos como São Paulo Fashion Week ou na passarela principal do Fashion Rio, pois Márcia Ganem e Luciana Galeão não estão mais lá. Hoje, nossos novos estilistas estão no MOda Hype.
AR -
Vejo uma outra questão interessante: na Bahia, a moda é tida como uma coisa menor, então, por exemplo, no cinema temos Glauber Rocha, na fotografia, Pierre Verger; na música, então…Na literatura, tem Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado. Porém, quando se fala em moda, não tem nada. Outro dia, uma pessoa me falou que a filha estava estudando moda e não entendia porque, pois a tia é costureira e poderia ensinar tudo para ela. Sinto que ainda existe a ideia de que moda é para ganhar dinheiro e fazer as pessoas vítimas dela. Isso é uma intuição, algo que você vai conversando aqui, ali, acolá e vai percebendo. Como não existe essa valorização, as pessoas começam a se sentir fechadas e a opção é permanecer ou retroceder ou sair daqui e buscar outros mercados. Conheço pessoas da Bahia trabalhando em empresas de São Paulo, bem posicionadas, e isso é uma pena, porque o estado está perdendo o que há de melhor, que são pessoas.

SE – Apesar de todas essas deficiências, você acredita que a Bahia pode mudar essa realidade e ser um estado promissor na moda?
AR -
Não saberia te dizer, mas tenho algumas ideias. Acho que Salvador é uma cidade muito grande e obviamente ainda tem muitas pessoas que não podem consumir moda, que ainda é uma coisa cara. Mas por outro lado, tem uma tendência brasileira de gostar muito de moda, que flui rapidamente entre as pessoas. Então, saiu na novela de ontem, amanhã está no Bom Retitro, depois está aqui e daqui a uma semana o Brasil inteiro está usando. Tem esse culto à celebridade, que é algo mundial, e também ajuda nisso. Se a economia voltar a evoluir de uma forma positiva, vejo que é possível, e com bons projetos isso pode mudar. É uma questão de demanda e oferta. A partir do momento em que as pessoas disserem: ‘poxa, essa roupa está falando comigo´ e que essa roupa estiver mais sintoniza, isso pode acontecer.


Opção para namorados na Master Glasses

30.05.09 | TUDO DE BOM | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Enrico Coveri

Para quem está imaginando como vai surpreender a pessoa amada no Dia dos Namorados, um bom óculos de sol pode ser uma super opção. Mas é bom lembrar que este não é um acessório descartável e, para ser confortável, precisa estar de acordo com o estilo de quem vai usá-lo. Outro detalhe importantíssimo é a qualidade, pois além de estilo, a peça deve oferecer proteção. As dicas de hoje chegam da Master Glasses, a única fabricante de óculos do Nordeste, uma referência tanto nos modelos receituários quanto nos solares.

Por experiência própria garanto a vocês a qualidade da produção da Master. Há quinze dias, estive na ótica da fábrica, em Lauro de Freitas e fiquei encantada não só com o atendimento, mas com o resultado do meu óculos, que é para miopia (e o meu grau não é baixo!). Além da leveza, da espessura refinada e do acabamento, destaco o design e a orientação de estilo que recebi lá ao fazer a encomenda. Eles escolhem cuidadosamente o modelo que mais combina com o seu rosto e que, além de tudo, vai garantir o melhor resultado técnico para tornar mais confortável a vida de quem precisa de óculos. Fiquei muito satisfeita mesmo e posso dizer que em toda a minha vida de míope é, sem dúvida, o melhor óculos que já usei.

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Optimax

A Master tem sua marca própria, a Optimax, mas também oferece grifes internacionais fantásticas, como Blumarine, Trussardi, Enrico Coveri, Laura Biagiotti, Braccialini, Mandarina e Emanuel Ungaro, que também possuem modelos esportivos muito bonitos. São chiques, casuais e fazem aquela diferença no visual.

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Braccialini

Os modelos sugeridos vão do estilo clássico ao moderno, passando pelo retrô até o estilo aviador, que é atemporal. Branco e preto são cores em alta sempre, mas as armações bicolores ou coloridas também têm seu lugar. Os tamanhos são variados e a novidade é a combinação de metais com acetato. As coleções trazem modelos para agradar a todos os gostos, dos mais simples aos mais requintados, com detalhes como as hastes vazadas e até desenhos com cristais Swarovisk.

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Optimax

Os produtos podem ser encontrados na Opção Differ (Salvador Shopping, Shopping Iguatemi e Shopping Paralela) e na Opção (Shopping Center Lapa, Shopping Itaigara, Max Center – Itaigara e Feira de Santana).


Produto com emoção!

26.05.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (1)
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Por que você compraria este sapato? Ou não?

“O marketing está em crise”. Ouvi esta frase ontem na aula da professora Doroteia Pires, que é a títular da disciplina “Os impactos do mundo nas modas”, no meu curso de pós-graduação em Moda, Arte e Contemporaneidade (Unifacs), e automaticamente relacionei com uma questão que abordei em uma entrevista que fiz – mas ainda não publiquei aqui por pura falta de tempo de editar o material – com o André Rubic, do IBModa,que esteve em Salvador, no último final de semana. Na entrevista, falamos sobre esta questão tão em evidência hoje do marketing de moda, de que tanto falam as marcas. Rubic tocou bem em um quesito especial: muitos acham que fazer marketing de moda é o mesmo que fazer propaganda. NÃO É! O marketing, na verdade, resulta de todo o valor agregado da marca comunicado através de ações de comunicação, mas também de um bom atendimento, da imagem que se fortalece, do desejo despertado e de uma trilogia essencial: conceito, design e sustentabilidade.

O que torna uma grife desejável? Se uma bolsa é só uma bolsa, porque a Chanel é um objeto de desejo e o modelo vendido em uma loja de departamento não o é na mesma intensidade, por mais bonita que seja?

Pensando em termos de produto, o que me faz comprar uma determinada marca e não outra? Eu acredito que é o que ela me comunica, sua capacidade de despertar em mim o afetivo. Sim, temos hoje uma relação de afetividade com os produtos que usamos, de pertencimento. Isso é o que coloca os artigos na condição de produtos com emoção e faz parte, de acordo com a professora Doroteia Pires, das chamadas megatendências, que hoje norteiam o universo da moda, mas podem ser estendidas para outras áreas.

Isso é o que também tira a produção de moda da padronização e da repetição. Mas, para tanto é essencial pensar a moda, conhecer a cultura de onde se vive e as necessidade de quem irá consumir determinado produto. O que torna, por exemplo, uma marca como a Osklen desejável é que ela não vende roupa, ela oferece o conceito de um estilo de vida, e seu design despojado nasce deste conceito. Além disso, sua produção está focada na sustentabilidade, com o uso de materiais e processos limpos, com pesquisa têxtil, com inovação.

Também a carioca Farm, outra queridinha do mundo fashion, traz um conceito de vida saudável para garotas que estão sempre prontas para sair por aí, com toda a sua jovalidade e beleza e conquistar seus sonhos, de maneira despojada, colorida e moderna. Quem não quer tudo isso, mesmo que não seja a garota de Ipanema?

Enquanto algumas marcas olham para essas questões e vendem muito; outras continuam oferecendo descontos e brindes inútes na tentativa de fidelizar clientes.  Fica a pergunta: a crise é do marketing ou da identidade dessas marcas? Vamos pensar!


O luxo das pedras brasileiras e o design italiano

01.05.09 | TUDO DE BOM | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Famoso por transformar pedras brasileiras em artigos de luxo, o designer de jóias Fabrizio Giannone une em suas peças o corte refinado e um estilo único. A cada coleção isso fica mais evidente e ganha o coração das mulheres apaixonadas por jóias. Para o inverno 2009, a grife que tem loja no Salvador Shopping apresenta um conjunto belíssimo formado por maxi jóias e muitos acessórios.

A pedraria colorida é um dos pontos mais fortes da coleção. Em algumas peças surge incrustada e em outras como pingentes. Há ainda os anéis maiores que ficam lindos usados no dedo indicador. A cartela de cores conta com tons terrosos, alaranjados, amarelo queimado, marrom, azul marinho e preto, além dos metalizados.

Além da beleza, as pedras carregam significados especiais que trazem uma série de beneficios para quem as usa. A combinação de duas ou mais pedras, então, além de ficar muito charmoso, só aumenta as boas energias. A nova coleção traz, por exemplo, o brinco Idelgonda que é uma mistura do Quartzo (proteção), Prasiolita (saúde), Citrino (atua sobre a força de vontade e motivação) e a Ametista (espiritualidade). Veja quanto poder em uma peça!

Mas o designer também utiliza outras pedras como a Turmalina (protege da radiação de computadores e energias negativas), Lemon (traz sorte), Rutilado (inspira a verdade), Água-marinha (tem efeito calmante, ajuda a superar ansiedade e inquietude) e Esmeralda (representa o poder).

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Entre os acessórios que também levam pedras estão as charmosas clutchs, as max bolsas que continuam bem-vindas, além de carteiras e mini bolsas – essas também recebem aplicação de pedras semipreciosas e são confeccionadas em couro de avestruz, píton, pele de coelho e renda. Outra novidade são as sapatilhas em couro ou pele com detalhes em drusa e outras pedras brasileiras.

Além de Salvador, a marca Fabrizio Giannone está presente em 23 pontos de vendas em lugares como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Recife, além de Buenos Aires, Cidade do Panamá, Palm Beach-FL e Holanda.

Serviço:

Para conhecer a coleção de perto, visite a Fabrizio Giannone em Salvador: Salvador Shopping – l2 (71 – 3878.2425)


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