Adoro imagens inspiradoras

29.07.10 | TUDO DE BOM | Por: Márcia Luz | Comentários: (2)
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Para quem gosta e trabalha com moda, nada melhor do que espalhar pela casa imagens inspiradoras e que despertem a criatividade. Hoje selecionei algumas das minhas imagens preferidas, que ganharam formato de ímã e fazem parte de um verdadeiro painel no qual se transformou a geladeira da minha casa. Adoro essas fofuras. As pin-ups que aparecem divulgando o frigobar retrô da Brastemp e a foto dos óculos, ganhei em um dos desfiles do Ronaldo Fraga na São Paulo Fashion Week. Tem ainda a miniatura da Melissa Aranha, um clássico que eu uso desde pequena e alguns outros imãs no formato de sapatos, bolsinhas, batons que eu comprei na Tok Stok. Ah si, tem ainda a Bete Boop, ícone de estilo, que não poderia faltar! Dá uma olhada:


Histórias de Ronaldo

02.08.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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“Paris pode ser tudo, menos uma festa. Meca fashion? Lógico que sim. Cinematográfica, monumental, exuberante, cosmopolita? Não há como negar”.

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Ronaldo Fraga fotografado por Ana Ottoni para a Bravo

Ronaldo. Querido. Estilista. Talentoso. Criativo. Pai.. Mineiro…

Colecionador de óculos – a gente já sabia.

Colecionador de máscaras de bicho? Novidade!

Em outra encarnação, viveu em Paris. Tinha uma maison e promovia desfiles.

Perdeu tudo com o fogo. Veja essa história muito louca na matéria que a Bravo on Line publicou sobre ele!


Moda, ousadia e novas apostas

22.06.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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RONALDO FRAGA – MISTURAS LATINAS

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Fotos: Silvia Boriello / Site Érica Palomino

Acompanhei alguns desfiles da SPFW no domingo e vi algumas coisinhas que gostei demais. Nem vou comentar tendências aqui, porque primeiro quero esquecer essa história chata de ficar propagando regras para a próxima estação, mas, no meio de tanta repetição, tenho que falar sobre as iniciativas bacanas que estão rolando nas passarelas.

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Em primeiro lugar, Ronaldo Fraga. Que criatividade deste homem!  A cada coleção, admiro mais o trabalho deste mineiro, focado na pesquisa cultural, nas misturas e na ousadia. Aliás, ele não poderia fazer diferente, porque é um dos principais incentivadores do “fazer diferente e fazer mais. Ser mais interessante”.  Desta vez, o estilista brincou com os temas Disneylândia e Latinidade. Amei a mistura das cores, dos conceitos, as sobreposições, o mix de cultura. Minie e Frida Kahlo traduzidas na mesma roupa, nas estampas, nas formas, enfim, uma brincadeira boa, que só Ronaldo faria sem se perder. O mais interessante é que ele traz uma discussão muito interessante que é o excesso, o brega, o cafona como formas de ser. Muitas vezes, como ele mesmo explicou, nós brasileiros achamos tudo isso dos povos da América Latina, como se o Brasil tivesse fora desta realidade. Ronaldo, no entanto, traz essa questão para muito perto de nós e reafirma: sim, somos latinos com toda a elegância e a cafonice e isso pode ser muito interessante, principalmente se conseguirmos olhar um pouco para a riqueza das misturas culturais nesta nova configuração de mundo globalizado.

BOM HUMOR, POSES E GLAMOUR NA NEON

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Outra coisa que achei muito boa foi a postura das modelos da marca Neon, de Dudu Bertholini e Rita Comparato. Esses dois já são conhecidos por quebrarem com suas coleções e desfiles a seriedade da SPFW, que muitas vezes é um evento que tem a estética brasileira por fora, em sua ambientação, mas apresenta desfiles que parecem estar em passarelas internacionais, enfim…  A Neon trouxe a experiente Marina Dias – aquele linda toda tatuada – que coordenou o casting e fez as meninas se soltarem, darem movimento e graça ao desfile. Chega de modelo com cara de poucos amigos na passarela. Esse despojamento, com poses abusadas diante dos fotógrafos e a mistura de cores e estampas da grife é a exuberância que a gente quer ver em uma marca como a Neon.

É NA RUA QUE SE PROVA A MODA

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Para encerrar, quero citar o desfile urbano da Cavalera no Minhocão. Também uma iniciativa correta e ousada da marca, que tem o DNA street e fez bem ao misturar os modelos ao público que vai passear no Minhocão paulista aos domingos.  Aquela movimentação de modelos vivendo personagens da cidade foi mais do que uma homenagem a São Paulo, foi a inserção da roupa como canal de comunicação com as pessoas, com a cidade, com a mistura que há na capital paulista. Eu, que estou aqui na Bahia desde criança, lembrei que sou paulista.  Adorei ver ali no meio do povo modelos desfilando a roupa pedalando bicicleta, de skate, de moto, com prancha debaixo do braço, com as cores da bandeira… Teve até uma mãe com um bebê no colo e dois pares de gêmeos. No meio de tudo isso: a roupa, como elemento de um estilo de vida. Achei interessantíssimo, sobretudo, porque levou a roupa para a rua, onde realmente nascem a moda e o estilo verdadeiros e ainda deu um colorido à minha cidade tão castigada e acinzentada. Acertado!


A Disneylândia de Ronaldo Fraga

17.06.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (3)
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“A Disneylândia de Ronaldo Fraga” é o tema da coleção Verão 2010 que o estilista mineiro apresentará na São Paulo Fashion Week, neste próximo domingo. Como sempre, algumas surpresas foram preparadas para o desfile de Ronado, que promete surpreender o público mais uma vez. Só para adiantar, ele firmou parceria com a marca Chiclets (Cadbury) e mostrará uma linha de acessórios inéditos feitos com caixinhas de Chiclets. A união, que deverá prosseguir até a temporada de inverno 2010, também prevê a criação de uma coleção exclusiva com 10 peças assinadas por ele.


Entrevista: Ronaldo Fraga – Estilista

31.05.09 | QUERO SABER.. | Por: Márcia Luz | Comentários: (2)
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Um dos estilistas mais queridos, respaitados e aplaudidos do Brasil, o mineiro Ronaldo Fraga também passou por Salvador, na semana passada, para dar uma aula sobre Pesquisa de Moda, aos alunos do Projeto Estruturante do IBModa. Claro, que o Simplesmente Elegante não poderia deixar de ir atrás desse artista da moda, um profisisonal que pensa moda, relaciona sua identidade com a cultura brasileira e sempre nos apresenta desfiles emocionantes, cheios de significado e sentido. Aqui, Ronaldo fala sobre processo de pesquisa, faz um alerta sobre o perigo de se afastar da cultura e deixa algumas questões importantes para aqueles que trabalham ou gostam de moda refletir. Boa leitura!

SE – Podemos começar comentando sobre a importância do Projeto Estruturante, desenvolvido pelo IBModa, do qual você faz parte como professor.
Ronaldo Fraga -
Acho que muito mais do que falar em pesquisa, trazer profissionais das várias faces do negócio moda, é diminuir esse espaço que existe entre o empresário e o designer. Esse é um grande problema hoje no Brasil. Você vê de um lado a indústria, sem identidade alguma; e do outro lado, os designers patinando sem nenhuma estrutura para trabalhar e desenvolver uma linguagem de estilo. Há outra coisa que o Brasil sempre se pergunta: como um estado tão rico culturalmente como a Bahia, ainda não tem uma variedade de grandes nomes e grandes marcas? Claro que temos nomes como Goya Lopes e Márcia Ganem, mas com a cultura que este estado possui, poderia ter mais e principalmente com trabalhos que tivessem diálogo intrínseco com essa cultura. Acho que o projeto traz para os vários segmentos da indústria essa discussão e a vivência dessas etapas.

SE – Seu trabalho tem uma identidade forte, isso é resultado de pesquisa. Como é esse seu processo?
RF –
Eu parto de um princípio de que a moda pode estabelecer diálogo com todas as frentes de cultura e, principalmente, ocupar o papel dela como documento mais eficiente do tempo em que a gente está vivendo. A minha forma de pesquisar e pensar moda não é a certa, não é unica, é a minha forma. É importante quando coloco isso para os alunos e digo que a forma como desenvolvo as minhas coleções faz parte desse princípio. No caso de Márcia Ganem, por exemplo, a pesquisa de material é de extrema importância; para mim, o material vem depois da pesquisa do tema a ser desenvolvido. É principalmente despertar o prazer de transformar um assunto em roupa. É isso que eu acho mais bacana.

SE – Depois do tema, como é sua pesquisa de material?
RF -
Eles pedem para para acontecer e para pertencer. Quando você se envolve em uma pesquisa de corpo e alma, você vai olhar para as coisas ao seu redor, para os tecidos e eles vão falar ‘eu sou drummondiano’, ou então ‘eu sou bossanovista’. Eu adoro ouvir a voz dos materiais. As cores também são assim. Eu preciso do tempo, do contexto, do universo. Sempre foi assim. Outro dia fui analisar entrevistas minhas de 20 anos atrás e descobri uma coisa boa e uma coisa ruim: a coisa boa é que eu continuo pensando e falando exatamente como antes; a coisa ruim é que eu continuo pensando e falando como há 20 anos (risos) .

SE – E como os temas acontecem para você?
RF -
Às vezes, o tema me escolhe. Às vezes, leio determinado livro ou notícia de jornal ou televisao e isso fica em mim. Como meu canal de comunicação é a moda, acaba virando coleção. Então, não existe um formato: tem temas que eu digo ‘quero falar sobre’ e tem os temas que acabam me escolhendo.

SE – O ciclo de uma coleção para outra é muito curto, seis meses. Acredito que seus temas sejam definidos e executados bem antes disso, não? Como você trabalha o tempo para produzir coleções tão ricas e desfiles tão diferenciados?
RF –
Cada coleção é uma coleção, começa do zero. Desde 1999, queria fazer uma coleção falando da Nara Leão e só aconteceu quando tinha que acontecer mesmo. Outras coleções como Risco de Giz, que foi a última, eu fui convidado para fazer o figurino para a remontagem de um espetáculo que eu amava,que é o Giz do Álvaro Apocalypse e imediatamente virou coleção. Como eu me envolvo com muitas coisas, sempre me prometo que vou tirar esse estigma de uma coleção atrasada, ofegante, correndo atrás de mim, mas um mês antes do desfile eu defino o tema e faço. Agora eu tenho pesquisado mais e não não tenho mais aquela pressa de fazer imediatamente um determinado tema. Tenho deixado o tema amadurecer.

SE – Mas o ritmo da produção é intenso bem próximo aos eventos de moda…
RF –
Pensar, criar, pesquisar e desenhar, na minha cabeça, é a parte mais fácil. O negócio é quando você tem que mover as pessoas para colocar o circo de pé.

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SE – Existem hoje bem poucos estilistas com o pensamento e a preocupação de pautarem sua produção em uma pesquisa e fugir das tendências de mercado para atender aos padrões de uma estação. Ainda há o medo de inovar ou de errar?
RF -
Acho que uma coisa é modinha e outra coisa é moda. Moda é muito mais. Poucos no Brasil realmente fazem moda, que é o registro deste tempo, algo que daqui a 30 ou 40 anos o trabalho vai existir como referência para entender o tempo em que a gente está vivendo. Mas este olhar é um olhar míope, pois cada vez mais é preciso buscar diferenciação. Tudo ficou igual.

SE – Quais são as ferramentas e as fontes, então, para que o estilista fuja desse padrão mediano e possa, de fato, fazer moda?
RF -
Eu te digo todas as fontes, mas não se pode perder de vista o desejo de se libertar das revistas de moda. Essas revistas são uma peste, porque já trazem tudo pronto.

SE – Seria, então, fugir dos apelos comerciais?
RF -
Sempre vai ter o lado comercial. A minha marca e o meu produto são comerciais, pois eu preciso vender, tenho funcionários e uma estrutura. Mas sempre vai existir essa indústria de moda que faz o ‘fast fashion’. Só que eu defini o meu caminho e o meu público, e o meu público consome cultura, design, informação. No Brasil, tem essa visão de que o conceitual não é comercial. E o conceito Marisa, C&A e Zara?  Tudo tem que ter um conceito, caso contrário, não é moda, é só roupa.

SE – O que você acha que está faltando na moda brasileira para ser referência no mundo?
RF -
Cultura. Estamos cada vez mais burros, mais ignorantes, e menos interessantes. Temos que ler mais, prestar atenção no mundo sobre outra óptica, tirar o olho do umbigo para que possamos observar o entorno. Isso é grande saída. E, claro, uma gestão eficiente disso tudo.

SE – Fala um pouco sobre o projeto Talentos do Brasil, no qual você também atua.
RF –
Este é um projeto que envolve 15 grupos de comunidades do país, trabalhos por sete designers. Eu trabalho a renda Labirinto no Agreste Paraibano, a crina de cavalo e a lã, em São Borja, na divisa com a Argentina, e o couro de peixe, no Pantanal. O projeto está indo para a segunda edição e, na primeira, já mudou o índice socal, econômico e cultural desses lugares. Acho que não basta a gente gerar emprego e renda, tem também que reafirmar cultura. É aí que que você vai fazer com que todo movimento venha a ser duradouro. Com isso, se preserva o conhecimento imaterial e cultural. Por exemplo, a renda pode ser que daqui a 20 anos a gente não a tenha mais, então quando você estimula e faz com que as pessoas ganhem dinheiro do trabalho delas e não da Bolsa Família  ou da Bolsa Escola, você está cumprindo o compromisso civil do design, eu penso assim. É uma troca, uma via de mão dupla, que também enriquece seu trabalho.

SE – A maior riqueza que uma marca pode ter hoje é a identidade. A gente olha uma coleção e diz ‘é Ronaldo Fraga’. Como você cuida desse patrimônio dia-a-dia?
RF -
Eu estou construindo isso há 42 anos, desde o dia em que nasci. É uma visão de mundo. Eu preciso contar a minha visão de mundo nos mínimos detalhes em meu trabalho. Tem coleção que eu gosto muito da cenografia, outra que eu gosto mais da trilha, outra da roupa. Tem coleção que eu gosto muito do conjunto, do contexto. Para mim é formação mesmo e o auto-conhecimento que eu precisei ter e acho que precisarei fazer muitas coleções ainda.


Ronaldo Fraga dá aula em Salvador

19.05.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Para falar aos alunos do IBModa, dentro do projeto Estruturante Moda Design Competitivo, o estilista mineiro Ronaldo Fraga estará em Salvador, na sexta e no sábado, dias 22 e 23. No encontro, que acontecerá no Senai Dendezeiros (Av. Dendezeiros, 99, Bonfim – Salvador/BA (71) 3310.9900), a discussão será em torno da diferença entre uma coleção de roupas e uma coleção de moda, processo que envolve pesquisa, conceito e tempo vivido na decodificação entre produtos do vestuário. Pelo uso de temas que enfocam sempre questões sociais e culturais do Brasil, com um senso estético próprio, Ronaldo é hoje um dos mais aplaudidos estilistas brasileiros. Seus desfiles mostrados na São Paulo Fashion Week sempre emocionam o público e é um dos mais esperados.

O Instituto Brasileiro de Moda (IBModa) traz a Salvador, com o apóio da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), do Governo do Estado – através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), o Projeto Estruturante, que visa atualizar, inovar e integrar os profissionais que já atuam no setor da moda. Com este trabalho, o IBModa colabora para a criação de centros de design nos pólos de confecção de Salvador e também de Feira de Santana, levando e reciclando conhecimento a empresários, designers e multiplicadores nos segmentos do design e nos negócios de moda, de uma maneira integrada.

Para conhecer mais sobre o IBModa, visite os sites:

www.ibmoda.com.br
http://www.ibmoda.com.br/bahia


Ronaldo Fraga faz diferença

20.03.09 | ESTÁ EM ALTA | Por: Márcia Luz | Comentários: (0)
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Um dos mais queridos e criativos estilistas do Brasil, o mineiro Ronaldo Fraga vai receber, no próximo dia 25, o prêmio Faz Diferença, criado pelo jornal carioca O Globo em homenagem às pessoas que ajudam a transformar o país. Na categoria moda, Ronaldo foi o nome escolhido por conta do trabalho que desenvolve através do projeto Talentos do Brasil, lançado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. O objetivo é promover troca de conhecimento entre cooperativas de artesãs do Brasil. Entre os trabalhos que já ganharam destaque estão os desenvolvidos em São Borja (RS), com o uso de crina de cavalo e lá; em Coxim (MS), com couro de peixe, e no agreste da Paraíba com renda labirinto.

Gostei tanto desta notícia, porque acho Ronaldo Fraga uma pessoa séria e bem consciente sobre seu papel no universo da moda. Isso fica muito claro nas coleções e nos desfiles do estilista, que, acima de tudo, valoriza muito a cultura brasileira, mas faz isso de uma forma natural e não “folclórica”.

Na semana passada, a Fashion TV (canal 31 sa Sky) levou ao ar o programa Nomes da Moda mostrando a trajetória de Ronado Fraga. Muito Bom. Além de depoimentos do próprio estilista, uma das costureiras deu uma entrevista bonita afirmando que “não vê defeitos em Ronaldò”, que sempre que vai mostrar sua coleção na SPFW faz questão de levar para São Paulo profissionais mineiros em sua equipe.

Para acompanhar mais de pertinho o trabalho de Ronaldo Fraga visite o site e o blog dele!


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